Sonhando nessa madrugada violentada
Sem manhas para raiar historias mal contadas
São horas nessa escuridão
De náuseas involuntárias pensadas
Choro nesse sonho murmurado em pesadelos
Projetados como curtas sangrentos inéditos
De minha autoria
Depreciada por atuar embasbacada
Apreciando uma obra de arte perfeita
Meu corpo bêbado de morfina
E minha mente aloprada
Admirada pela arquitetura mais recente de um louco
Avisto um corpo sóbrio de massa cefálica
E uma cabeça oscilante nem pendulo esquecido em pleno espetáculo
Chateada
Não pela barbaridade
Mas sim pelo fato de que sempre que sonho
Acabo por ficar tonta
E sem nada além de um cérebro falecido.
Permaneço eternamente adormecida.
Olá Tassiana! Meus parabéns, você escreve muito bem! E já sou seguidor do seu blog. Um grande abraço do Carlos Morandi (Ebah)
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